domingo, 20 de março de 2016

Adeus, Senhor Contente!

É nestas alturas que desprezo a fraqueza dos corpos face à grandeza das suas mentes...

Alento tenho em saber que o seu espírito e trabalho viverão para sempre!




Obrigada, Nicolau Breyner, por tudo aquilo que nos deste!

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